
Até 7 de janeiro, o Gugguenheim de Nova York, recebe dois hóspedes por noite para dormir. Difícil inaugurar interatividade maior.
Terminando o horário de visitação, os felizardos ficam no museu para passar a noite.
Dormem literalmente sobre uma obra de arte.
A instalação "REVOLVING HOTEL ROOM", foi criada por Carsten Höller, mesmo artista que colocou um tobogã na Bienal de São Paulo. O quarto de hotel é formado por três ambientes instalados sobre discos de vidro que giram lentamente com acomodações para dormir, vestir e trabalhar. De dia pode ser apreciado pelos visitantes. Fechado o museu, vira um quarto de hotel, em que os hóspedes tem o museu inteiro para explorar com calma, livre até de seguranças.
Com tantas opções é pouco provável que estejam interessados em dormir. O check out é feito impreterivelmente às 8:30h para não atrapalhar as atividades pelo museu. (vagas esgotadas).
As diárias custam entre US$260 e US$760.

Oitavo diretor do Metropolitan desde a fundação do museu, em 1870, Guy Philippe Henri Lannes de Motebello, aos 72 anos com a gestão mais longa entre os diretores entre os principais museus do mundo. Está a frente do Metropolitan há 32 anos, vai deixá-lo ao seu novo sucessor, dia 31 de dezembro, o inglês Thomas Patrick Campbell que já trabalha no Metropolitan, escolhido como sucessor e visto como uma opção de continuidade sendo uma transição suave depois de Montebello.
Perfil de Montebello
Filho de um conde francês, intelectual e parisiense, Montebello, formou-se em Harvard, onde fez mestrado em história da arte, durante a gestão dele acrescentou mais de 84 mil obras ao Metropolitan, entre elas obras de Vermeer, van Gogh, Picasso e Gauguin, entre outros. Fluente em inglês, francês, italiano, espanhol e alemão, e a voz dele que instrui nos audioguias do museu.
À partir do ano que vem estará organizando museus nos Emirados Árabes.

TOMIE OHTAKE
Exposição aos 95 anos
A artista nascida em Kyoto, que chegou ao Brasil na década de 1930, aos 22 anos, e que só tardiamente começou a se dedicar a arte, aos 40 anos, abre mostra individual com pinturas e esculturas realizadas em 2008.
Tomie uma das mais referenciadas artistas contemporâneas, com seis enormes obras públicas (entre São Paulo, Santos e Guarulhos), não para de criar com agilidade, pelos vários gêneros artísticos, escultura, pintura e gravuras, mau tendo sempre independencia e liberdade.
Segundo ela: " a vida tem muitos acontecimentos alegres e tristes. A vida mesmo trasforma a forma e a cada dia há uma cor diferente, mas o sentimento vem do mesmo lugar", afirma a artista sobre seu trabalho.
Obras públicas da artista podem ser vista em vários espaços.

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